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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A carta




Um buraco vazio e escuro
Congelado sem endereço certo
Aberto a interessados
Ponto alto da relação
No peito nada nem com falhas
Não dava nem pra fazer com um bumbo uma comparação

Nos olhos um brilho diferente
Opaco e fundo por dentro outro mundo
Na boca um sorriso que não dizia absolutamente nada

E a hora n chegava...
Tarde passa,Noite passa...
Ela chegou em casa
Sem pressa,sem reza,começa a conversa
O gelo nem mais esfria
A sala é o buraco agora,é cheia e vazia

Sem enrrolar se levanta,apenas oque enrrola são as ropas que vão a mala
E mesmo que ela tente segura lo com uma punhalada
apenas o que fica é o rastro vermelho em suas paredes
mesmo que o amor seja maior, apenas o que fica é o corpo palido e frio
E um eu te amo naquele ouvido que não fixa nos pensamentos quebrados e irrelevantes

Acabou a vida mesmo que ela chore
com o rubro e o corte
Do pesadelo acorde
Olhe pro lado dele e diga que sem ele ,ela não conseguiria
Ele apenas sorria e a beijaria...

Os corpos ninguem achou
apenas uma carta que dizia eterno amor
promessas e dores
foi o que ficou

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