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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cacos no deserto




Determinado porem cansado
Rastejando-se por terra
Um rastro de sangue que vai apagando-se com a poeira
sangue seco,como a garganta seca de tanto gritar...

Um deserto empoeirado e escaldante
é tua vida aos meus olhos
tão aguniante como aço quente em contato com a pele
simplificado no ato da tua tentativa de frieza

Escudo e espada contra o mundo e as tempestades de areia
a indiferença cultivada em solo infertil regada por lagrimas de rancor
uma semeia de rosas mortas

Os medos são oasis no meio de tantos pesadelos
O calor no rosto ainda castiga
O ar sufoca enquanto tenta respirar
enquanto não morre

mesmo sem sentidos a vida grita
um vazio desesperador como um furacão se agita
e nos cacos de espelho se divide os olhos longe
sem brisa...

o sol agonizante
nesse deserto apenas sombra domina...
a luz é irrelevante
sorrisos ja não são contagiosos
e apenas espera a noite chegar,para essa agonia acabar

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